5 - Todos os problemas tem soluções óbvias
Não interessa se é um FPS ou um RPG, se você está jogando, você tem um
problema que deve ser resolvido para poder seguir em frente. Alguns mais
difíceis e desafiadores, outros nem tanto, mas o que difere isso da
vida real, caro editor? Óbvio, nos jogos as soluções são obvias, basta
olhar em volta, raciocinar e BUM. Lá está a resolução do problema.
Como seria bom se os problemas da vida dependessem do Joystick, não? Até hoje to tentando usar ‘Klapaucius’ na vida real…
4. Você é importante
Esse é pra deixar a galera com a moral lá embaixo. Pegue um jogo na sua prateleira, sério, qualquer um. O que todos eles tem? Um protagonista!
Não interessa que tipo de jogo seja ou o quão grande seja esse mundo em que ele vive, você é o centro das atenções o tempo todo e nada vai mudar isso. Você é importante como um todo para o jogo e seu universo, diferente de nós.
Pense, o que acontece se comandante Sheppard parar para tirar um cochilo? Quem irá acabar com os reapers se o comandante tirar o dia de folga? Ninguém, se ele faz isso o universo acaba, ou seja, ele é alguém, um grande alguém, diferente de você!
Brincadeira, todos somos alguém (:
3. Você sabe quem quer machucar você.
Toda vez que um jogo é feito, os designers garantem que assim que você botar o olho, você vai saber quem é o cara mal e quer acabar com você. Ou ele é um cara do time vermelho, ou um monstro horrível com dentes serrados, ou até mesmo um gangster tão óbvio que se você fosse policial você o enquadraria na hora. Não interessa o que ele seja, você sabe que ele é mal.
Diferente disso, o que acontece na vida real? Estamos cercados por alguns inimigos as vezes e nós nem sequer sabemos disso! É claro que algumas vezes é meio obvio que aquela pessoa ou outra não vai com a sua cara, mas até aí não significa que ela é sua inimiga e mereça a morte, mas de um modo geral, identificar as pessoas que realmente querem seu mal é uma tarefa árdua e muitas vezes já é tarde quando se descobre as verdadeiras intenções.
Todo jogo tem seu inimigo, e ele é obvio… a não ser que você só jogue The Sims, ou SimCity.
2. Certo e errado são óbvios.
Sem entrar em questões éticas e morais, meu caro leitor, vamos ser diretos e francos: em um jogo é obvio o que é considerado como certo e o que é considerado como errado. Mesmo que os valores morais desse game sejam inversos, ainda assim, dentro daquela atmosfera você sabe qual a atitude deve ser tomada para ser considerado como uma pessoa correta ainda.
Imagine como seria legal viver em um mundo em que a linha tênue entre certo e errado e bom e ruim fosse óbvia. Seria fácil viver quando você sabe exatamente o que é certo e exatamente o que é errado sem se preocupar em ser antiético.
1. Todos nossos problemas são externos
E assim acabou essa lista, e agora você já sabe: se um dia você encontrar sua fadinha da sorte, seu pedido será qual? QUERO SER UM JOGO!
Sem mais galera, até a próxima (:
Como seria bom se os problemas da vida dependessem do Joystick, não? Até hoje to tentando usar ‘Klapaucius’ na vida real…
4. Você é importante
Esse é pra deixar a galera com a moral lá embaixo. Pegue um jogo na sua prateleira, sério, qualquer um. O que todos eles tem? Um protagonista!
Não interessa que tipo de jogo seja ou o quão grande seja esse mundo em que ele vive, você é o centro das atenções o tempo todo e nada vai mudar isso. Você é importante como um todo para o jogo e seu universo, diferente de nós.
Pense, o que acontece se comandante Sheppard parar para tirar um cochilo? Quem irá acabar com os reapers se o comandante tirar o dia de folga? Ninguém, se ele faz isso o universo acaba, ou seja, ele é alguém, um grande alguém, diferente de você!
Brincadeira, todos somos alguém (:
3. Você sabe quem quer machucar você.
Toda vez que um jogo é feito, os designers garantem que assim que você botar o olho, você vai saber quem é o cara mal e quer acabar com você. Ou ele é um cara do time vermelho, ou um monstro horrível com dentes serrados, ou até mesmo um gangster tão óbvio que se você fosse policial você o enquadraria na hora. Não interessa o que ele seja, você sabe que ele é mal.
Diferente disso, o que acontece na vida real? Estamos cercados por alguns inimigos as vezes e nós nem sequer sabemos disso! É claro que algumas vezes é meio obvio que aquela pessoa ou outra não vai com a sua cara, mas até aí não significa que ela é sua inimiga e mereça a morte, mas de um modo geral, identificar as pessoas que realmente querem seu mal é uma tarefa árdua e muitas vezes já é tarde quando se descobre as verdadeiras intenções.
Todo jogo tem seu inimigo, e ele é obvio… a não ser que você só jogue The Sims, ou SimCity.
2. Certo e errado são óbvios.
Sem entrar em questões éticas e morais, meu caro leitor, vamos ser diretos e francos: em um jogo é obvio o que é considerado como certo e o que é considerado como errado. Mesmo que os valores morais desse game sejam inversos, ainda assim, dentro daquela atmosfera você sabe qual a atitude deve ser tomada para ser considerado como uma pessoa correta ainda.
Imagine como seria legal viver em um mundo em que a linha tênue entre certo e errado e bom e ruim fosse óbvia. Seria fácil viver quando você sabe exatamente o que é certo e exatamente o que é errado sem se preocupar em ser antiético.
1. Todos nossos problemas são externos
Eis que reservado para este lugar está o
maior vilão dos seres humanos de todo o mundo: você mesmo! Não importa
quanto tempo você viva ou como viva, um dia você deverá enfrentar a si
mesmo e a sua própria cabeça, tal coisa que não é necessária em um game.
Por mais que em alguns jogos haja tentativas de simular a depressão e os conflitos do interior, ainda assim o gameplay INTEIRO é do lado de fora da cabeça desse personagem (a não ser em um fps, talvez), e a resolução do game e dos problemas desse protagonista estão por aí durante a jogatina.
Freud explica…
Por mais que em alguns jogos haja tentativas de simular a depressão e os conflitos do interior, ainda assim o gameplay INTEIRO é do lado de fora da cabeça desse personagem (a não ser em um fps, talvez), e a resolução do game e dos problemas desse protagonista estão por aí durante a jogatina.
Freud explica…
E assim acabou essa lista, e agora você já sabe: se um dia você encontrar sua fadinha da sorte, seu pedido será qual? QUERO SER UM JOGO!
Sem mais galera, até a próxima (:
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